sábado, 7 de setembro de 2013

O COLÉGIO MILITAR... E NÃO SÓ!

As Forças Armadas já se haviam esquecido do coveiro mor Fernando Nogueira, que nenhumas saudades deixou, mas parece que é sina: AO CABO NOGUEIRA ACABA SE SER TIRADO O TÍTULO QUE OSTENTAVA, PORQUE AGUIAR BRANCO É AGORA O COVEIRO DAS FORÇAS ARMADAS.
A única coisa que se não percebe  é de onde lhe vem este ódio visceral às Forças Armadas, não lhe bastando abrir sepulturas para os velhos combatentes, como agora pretende destruir um direito à educação dos nossos filhos,  que é secular nas Forças Armadas.
Sei que esse senhor terá um trauma porque não foi militar... dizem, mas não é destruindo um Colégio a  comemorar 210 anos em 2013 que se fazem as coisas. Quer fechar? FECHE MAS NÃO MINTA AOS PORTUGUESES! Os alunos não estudam de borla, como pretende iludir os portugueses... que já o devem conhecer de ginjeira, bastando para tanto vêr o que foi o percurso feito em prol do Estaleiro de Viana! É sintomático!
 

Sabe que jamais conseguirá demover os antigos aluno de lutar por algo em que acreditam, e está escrito na história dos 'Meninos da Luz' que não será um qualquer ressabiado que destruirá a obra que alguém,  a quem o senhor não era digno de apertar a mão, um dia resolveu criar para os jovens filhos de Militares. E foi aí que foram formados Homens que lhe pedirão contas da destruição que está a fazer, nem que seja a partir do Além! 
 

Embora seja o segundo ministro mais velho do elenco governativo, o actual ministro da Defesa José Pedro Aguiar Branco , consegue sobressair pela infantilidade de algumas das suas atitudes. Como essa de dizer, com uma grande lata, 'quão doloroso mas importante foi ter poupado uns milhares de euros não se deslocando neste Natal para junto dos militares destacados em operações no estrangeiro', ao mesmo tempo que noutra notícia se relata que, perante pressões da presidência e de colegas de governo, 'decidiu esquecer um relatório que encomendara a 25 personalidades destacadas da sociedade portuguesa, selecionadas sob sua responsabilidade, e que lhe haviam entregado o documento já há mais de dois meses'. Para o ajudar na sua simplicidade, sugiro que para conseguir em 2014 a poupança de uns milhões de euros, mande retirar imediatamente o contingente militar do Afeganistão, voluntariando-se ele para ir para lá, pois assim iria estar a ajudar a governar o país.
Não lhe bastava acabar com as Unidades, com os Hospitais, com a assistência social, com as carreiras Militares, com a esperança de vida dos antigos Combatentes? É fartar vilanagem, que o amanhã não tarda e tudo voltará ao seu lugar!

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