quarta-feira, 10 de junho de 2009

DIA DA FORÇA AÉREA

DIA FAP 2009
(Aumente o cartaz... clickando-lhe em cima )
Parece que foi ontem a sua criação... mas a Força Aérea faz 57 anos no próximo dia 01 de Julho, o que equivale a dizer-se que irá haver festa rija, desta vez na Base Aérea nº. 1.
Não sabemos aquilo que poderá ser o festival aéreo deste ano, a fazer fé na parcimónia nos gastos com a operação dos meios aéreos, pois não podemos esquecer estar o País em crise... e não é por solidariedade com o resto da Europa ou do Mundo. No entanto, podemos contar com o empenho de muita gente apostada em dar o seu melhor para que o dia da FAP tenha dignidade, qualidade e grandiosidade.
Mesmo com a crise, o programa é aliciante e... é tudo gratuito, desde a entrada na Base até ao poder-se olhar para o ar e assistir às evoluções dos aparelhos participantes! Apenas há que proteger as dores do pescoço... se não nos precavemos e olhamos repentinamente de um lado para o outro procurando seguir os "ASAS DE PORTUGAL" ou os "ROTORES DE PORTUGAL"com o olhar!
Espera-se que todos possam ir até à linda Sintra - Granja do Marquês e aí assistir ao evento! Volto a dizer que é de borla... e nos tempos que passam não há muitas coisas por esse preço!

DIA DE PORTUGAL... é sempre!

No dia de hoje, em Santarém, em cerimónia presidida pelo Presidente da República Cavaco Silva, celebra-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. Do vasto programa de eventos, salienta-se a homenagem a Salgueiro Maia, com a deposição de uma coroa de flores na base do seu monumento, a que se seguirá uma Parada Militar com as Forças Armadas de Mar, Terra e Ar, que antecederá a imposição de condecorações a várias individualidades para o efeito designadas.
Depois de ter sido suprimida do calendário a participação das Forças Armadas... talvez pela vergonha que estava a ser a reestruturação dessas mesmas Forças Armadas e pela indigna forma como estão a ser tratados os Militares do activo ou da reforma! A GNR é agora a menina bonita do Governo... talvez pelo peso que têm na consciência relativamente aos outros Militares.
Haveria tanto para se dizer... mas para quê? Valerá a pena pugnar pela justiça nas Forças Armadas que somos?
A Capital do Gótico é hoje, como o foi ontem, o palco de uma Feira de Vaidades, que decorrerá conjuntamente com a Feira Nacional da Agricultura! Não é que a cidade de Santarém não mereça ter recebido este evento do Dia de Portugal, nem é isso que pretendo dizer, mas se até as televisões levaram todas as câmaras para fazer a cobertura da festa - "é bonita a festa, pá, estou contente..." - e nem uma palavra para dizer que em Belém, à mesma hora, estava a decorrer a cerimónia do Dia dos Combatentes, que bem merecida seria.
No mesmo momento a que o Presidente da República presidia às cerimónias do Dia de Portugal em Santarém, junto ao monumento aos Combatentes em Belém também se desenrolava um outro Dia de Portugal, mas este feito pelas saudade e a gratidão àqueles que já partiram para Deus, no cumprimento do dever a que foram chamados, lá longe, pelas terras do antigo Ultramar Português!
Talvez não faça sentido haver duas cerimónias separadas, porque dá uma ideia de que o País está dividido, que de um lado estão os Combatentes que se sentem honrados por ter lutado pela continuidade de Portugal "num mundo em pedaços repartido", como dizia o Poeta, e do outro lado está outro País que ignora os que se imolaram em África para dar valor apenas àqueles que andam em missão no estrangeiro, principescamente pagos, como se de soldados da fortuna se tratassem - para não usar o termo mercenários, que seria demasiadamente forte -, que dão o seu contributo a quem lhes pague.
Haverá quem diga que não será assim, que estão em missão de soberania... que sofrem lá longe... que estão sujeitos... esquecendo-se de dizer que essas dificuldades estão apenas patentes no número de vezes que aceitam "o seu sacrifício", pois o número de VOLUNTÁRIOS é imenso! Há muita gente a querer "sofrer pela Pátria", fazendo o sacrifício de fazer mais um pé de meia com os altos vencimentos pagos, em detrimento dos que eram auferidos pelos Homens do Ultramar, que agora são ostracisados por uma Pátria que para uns é Mãe e para os outros Madrasta!

sábado, 6 de junho de 2009

Aniversário da Base Aérea 3




A BASE AÉREA Nº. 3 FAZIA, ESTE ANO, 88 ANOS!
PARABENS!?!?
O Ju-52 foi um ex-libris da BA3
- Quando chegar o próximo dia 27 de Outubro, deveria comemora-se o 88º. aniversário da 1ª. aterragem, na Esquadrilha Mista de Treino e Depósito - que foi uma predecessora da Base Aérea nº. 3 - sediada no Polígono de Tancos, dos dois aviões Caudron G-3, pilotados pelos Capitães Ribeiro da Fonseca e Luis Gonzaga.
- No pretérito dia 01 de Janeiro de 1994 passaram-se 15 anos sobre o encerramento daquela que foi uma das mais importantes Unidades da Aeronáutica Militar, onde funcionou a Esquadrilha nº. 1 de Caça, tendo adoptado como símbolo o GALGO, que viria a perdurar até ao seu encerramento.
- Enquanto Grupo Independente de Aviação de Protecção e Combate - ou Grupo de Caça, como era designado - teve a honra de ter como seu Comandante o então Major Piloto Aviador Francisco Higino Craveiro Lopes. Manteve ainda este Oficial no seu comando quando passou a ser designada como Base Aérea de Tancos (01 de Janeiro de 1939) e, posteriormente (30 de Outubro de 1939), como Base Aérea nº. 3.
- Caso não houvesse sido desactivada como Unidade da Força Aérea, a designação de BA3 perduraria 70 anos efectivos... feitos com esforço, dedicação, abnegação, coragem, sentido de missão, doação total, confiança no porvir, lealdade... e tudo o mais que se poderia dizer quanto ao carácter adquirido honrando o signo do Galgo e a divisa "RES NON VERBA"!
- E não podem ser suscitadas dúvidas de que a Base Aérea nº. 3 cumpriu para além do dever em prol da Força Aérea e soube honrar o nome de Portugal nos 55 anos em que manteve tal designação... mau grado os detratores que usam a maldicência para justificar o injustificável, que foi a sua entrega ao Exército.
- Sabemos que ainda ninguém contestou a afirmação de que cada País valerá, em questões de defesa, pela Força Aérea que possa ter como força constituída... mas uma Força Aérea apenas valerá pela capacidade de execução das missões que as suas Unidades possam ter... e a Base Aérea nº. 3, indubitávelmente, foi um baluarte na defesa da Pátria.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Outros tempos...

...outras gentes, parece ser a sina da antiga Base Aérea nº. 3, nos dias de hoje rebatizada "Base Aérea de Tancos", ainda que não seja mais uma base aérea mas tão só um local para lançamento de páquedistas, seja em "relativo" ou em qualquer das modalidades da chamada "queda livre".
Poderiam os "Páras" desejar outro local mais conseguido que a antiga Base? Qual Arrepiado, qual carapuça! Estar ali é ouro sobre azul, pois fica-se ao pé de casa, deixando de ser necessário andarem viaturas a fazer-se ao caminho de um lado para o outro do Tejo!
Lançam-se lá no Arrepiado os "Catatuas", porque a esses até lhes faz bem andarem a pé. Sempre têm uma vista do castelo de Almourol, para depois contarem aos familiares que andaram a vêr o castelo do D. Gualdim Paes a partir de cima, do mesmo sítio onde deixaram rastos de medo desde o momento em que o largador lhes enfiou o pézinho no trazeiro e os lançou borda fora do avião!
Para mais, nos antigamentes da "Tropa" no Polígono, a Base até havia sido uma casa do Exército, pelo que o bom filho...
...e ninguém mandou a Força Aérea esquecer-se daquele ditado que diz que "fazer filhos em mulher alheia dá sempre mau resultado"! Era uma terra de outras gentes... e essas gentes quizeram voltar à casa mãe, como se fossem emigrantes no regresso a um lar... que esteve sempre em boas mãos e estava um "must" no momento da entrega
Nos tempos em que se ia até à Aringa comprar selos para as cartas para a Maria e uns copos para "matar" a sede que nos devorava naquele fim-de-mundo, havia sempre a possibilidade de encontrar o centauro do Comandante da Engenharia, que gostava se se mostrar como parte integrante de um animal nobre, talvez pela falta de nobreza que o caracterizava.
Recordo o papel ridículo de um "tipo" de militar que fazia gala em criar problemas para si e para os seus homens, quando ordenava que corressem com os "Páras" dali para fora... apenas porque estes não aceitavam ordens dadas por alguém montado num cavalo. "Quem quer mandar... mande como deve ser: DESMONTE!" - terá dito um "calhau" ao cavaleiro... da triste figura!
E o ridículo de alguém que se "orgulhava" de dizer aos seus Soldados, formados à porta da Engenharia, que "EPE" não queria dizer o que pensavam mas sim "ENTRAI, POBRES ESCRAVOS!"
Faz lembrar um célebrado Capitão da Base que, quando lhe solicitavam qualquer benefício a fazer nas infraestruturas da Unidade, costumava dizer: "Não sabem ainda que não há dinheiro para extravagâncias? Sabem o que quer dizer o lema da Base? REZA QUE NÃO HÁ VERBA!"... e o pessoal tinha que se contentar com tal resposta!
A Base também tinha os seus encantos, quanto a aberrações nas relações entre alguns iluminados e a plebe! O mesmo Oficial, que tinha também os Transportes Auto à sua responsabilidade, quando em determinada altura lhe pedi transporte para Tomar ou para Abrantes, onde teria autocarro de carreira para a minha Leiria, disse não haver lugar nos transportes da Unidade, mesmo estando eu a vêr que a viatura nem meia ia.
Eram outros tempos, outras gentes... outras formas de disciplina, que iam fazendo de
nós, Militares, homens capazes de saber ouvir um "NÃO" sem rispostar em nenhuma circunstância, porque havia uma coisa que se chamava DISCIPLINA, outra que dava pelo nome de EDUCAÇÃO CÍVICA, que era ensinada nas escolas e colocada em prática por cada um de nós.
Não havia vontade de esmurrar o nariz aos prepotentes do Reino? Havia! Não se acertavam contas de vez em quando? Talvez não tantas como seria necessário, confesso!
Ao fim e ao cabo, eram outros tempos, outras gentes, é certo, mas também uma outra forma de estar na vida, nada consentânea com aquilo que nos chegou depois desse Abril dos cravos rubros... que conseguiu levar à bancarrota a mística Militar de que estavamos imbuídos, tal como destruíu o conceito de "Família", vitimizada pelas amplas liberdades conquistadas por um Povo ávido de "novidades", no que à democracia concerne.
OUTROS TEMPOS... OUTRAS GENTES... OUTRAS GERAÇÕES!!!
Valeu a pena? Tudo vale a pena... - diz o poeta!

sábado, 25 de abril de 2009

25 de Abril... 35 anos depois...

Hoje comemora-se a revolução "dos Cravos", "dos Capitães" ou do "25 de Abril", acontecida à 35 anos atrás por iniciativa de um grupo de militares, que se vieram a constituir como Movimento das Forças Armadas.
Trinta e cinco anos depois desse Abril revolucionário, muitas coisas aconteceram, umas positivas outras negativas, algumas perigosas outras... ingénuas por demais para serem verdadeiras.
Porque as independências das possessões ultramarinas foram uma consequência lógica da revolução, não se acautelaram os interesses de milhares de pessoas que, depois de uma vida de trabalho insano tido nos lugares mais inóspitos de África, tiveram de deixar tudo para salvar as suas vidas e a dos seus.
Este foi um dos "D" programáticos do MFA que não foi pensado pelos revoltosos. Descolonizar era necessário, mas não era do modo como se processou.
O outro "D", correspondente a Democratizar, também teve um resultado muito àquem do pretendido, porque o Povo não estava/está preparado para assumir tão "amplas liberdades"... e a liberdade demasiada é sempre má conselheira. Veja-se o que aconteceu no após 26 de Abril: fizeram-se campanhas de dinamização cultural - o terceiro "D", de Dinamizar - , ocuparam-se propriedades urbanas e agrícolas, sanearam-se entidades patronais, usaram-se bombas para matar em nome da liberdade, assaltaram-se sedes de partidos, houve o PREC, o COPCOM, com o comandante deste a pretender encerrar o Povo no Campo Pequeno, surgiram os SUV's, as FP-25 de Abril, o 11 de Março, as nacionalizações, a destruição do aparelho produtivo, o assalto aos postos chave da economia, com a colocação dos "amigos" nas administrações...
...até que chegou a hora de encerrar aquelas Unidades da Força Aérea que não se vergavam perante as insidiosas tropelias dos novos senhores da Pátria, que não olharam a meios para atingir os seus fins. E ASSIM SE ENCERROU A BASE AÉREA Nº. 3, com a passagem das suas instalações para as mãos daqueles que sempre a cobiçaram, como era o caso do Exército.
Mas o 25 de Abril também veio proporcionar outras coisas impensáveis, como foi o caso da mudança da moeda do Escudo para o Euro, a subserviência à Comunidade Europeia, que tenta levar Portugal a tornar-se uma pequena província de uma grande nação chamada Europa, a hipoteca total da economia do País à mania das grandezas, como é o caso do TGV, imposto pela governação europeia ou Ibérica, tanto faz, para não estar a falar do novo aeroporto, porque este é um mal necessário... mesmo que pareça pretender-se entrar para o Guiness construíndo um aeroporto a rivalizar com os mais modernos do mundo. Seja na Ota, em Alcochete, em Alcabideche ou no alto da Torre da Serra da Estrela, o Lino faz! O Lino é o maior, desde que o povo tenha paciência e continue a apertar o cinto, pois o Sócrates tem de ter o melhor para os seus amigos Zapateros, Eduardos dos Santos ou Hugos Chavez. O Partido assim o quer...
Trinta e cinco anos depois de Abril de 74, seria oportuno mandar-se celebrar uma Missa em Acção de Graças pela ingenuidade dos portugueses, que continuam a acreditar nos cantos de sereia do Primeiro Ministro... e depois queixam-se!
Que São Nuno de Santa Maria nos valha!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O 25 de Abril...

A passagem de testemunho de Caetano para Spínola
*
Há 35 anos um grupo de militares, oriundos dos três Ramos das Forças Armadas e das Forças de Segurança, levaram a cabo a enorme "gesta" do derrube do regime do Estado Novo, impondo ao País uma Junta de Salvação Nacional que, logo que se escreveu uma nova Constituição, que tinha a pretensão de levar esta Nação para o... socialismo, talvez porque Portugal era agora uma democracia...
Viveu-se um PREC, houve a Maioria Silenciosa, com prisões arbitrárias; houve o 11 de Março, originado numa dita "Matança da Páscoa", de inspiração comunista, e continuaram a haver prisões... e deu-se a fuga de Spínola para Espanha; houve saneamentos, barricadas, FP 25 de Abril, MDLP, ELP, ciou-se o COPCON, perpetraram-se assaltos a sedes de Partidos de Direita, aconteceram nacionalizações, promoções, despromoções, euforias, confusões... até que, por fim, chegou umoutro 25, mas este agora foi em Novembro, que c e teve como finalidade colocar no devido lugar alguns politiqueiros mais exaltados e remeter os Militares revolucionários para os Quarteis.
Algumas sequelas da revolução chamada dos Cravos ainda fazem doer uma boa parte da sociedade portuguesa... mercê da exemplar descolonização levada a cabo por um Governo composto por gente comprometidoa com muitas das mortes acontecidas nas guerras de África, pela ajuda e apoio que as Internacionais socialista e comunista iam dando aos Movimentos de Libertação.
Recordemos o 25 de Abril:
"Revolução dos Cravos" foi o nome atribuído ao golpe de estado militar que, apenas num dia, derrubou, sem grande resistência das forças leais ao governo - que cederam perante a revolta das Forças Armadas - um regime político que vigorava em Portugal desde 1926.
Este levantamento, também conhecido pelos portugueses como "o 25 de Abril", foi levado a cabo, em 1974, por oficiais intermédios da hierarquia militar (conhecido por MFA), na sua maior parte capitães que haviam participado na Guerra do Ultramar.
Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao Povo Português, denominando-se como "Dia da Liberdade" o feriado que em Portugal comemora esta revolução.
A primeira reunião clandestina dos capitães foi realizada em Bissau, no dia 21 de Agosto de 1973, possivelmente esquecidos de que haveria camaradas de armas que estavam a morrer... no preciso momento em que eles conspiravam. Uma nova reunião aconteceu em 09 de Setembro do mesmo ano, agora no Monte Sobral (Alcáçovas) passando então a conspiração a ser designada por Movimento das Forças Armadas.
No dia 05 de Março de 1975 foi aprovado o primeiro documento do movimento: "Os Militares, as Forças Armadas e a Nação". Este documento foi posto a circular clandestinamente.
No dia 14 de Março o governo demitiu os generais António de Spínola e Francisco Costa Gomes dos cargos de Vice-Chefe e Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, alegando que por se terem recusado a participar numa cerimónia de apoio ao regime. No entanto, a verdadeira causa da expulsão dos dois Generais terá sido o facto de o primeiro ter escrito, com cobertura do segundo, o livro, "Portugal e o Futuro", no qual, pela primeira vez uma alta patente advoga a necessidade de se encontrar uma solução política para as revoltas separatistas nas colónias e não de uma solução militar. No dia 24 de Março aconteceu a última reunião clandestina, onde foi decidido o derrube do regime pela força.
TERÁ VALIDO A PENA? EM DETERMINADOS ASPECTOS SIM! MAS OUTROS HÁ QUE SUSCITAM DÚVIDAS!

domingo, 12 de abril de 2009

RESSUSCITOU!!!

Nos bons velhos tempos, a Páscoa era um tempo que a Base Aérea 3 vivia com verdadeiro espírito cristão, cumprindo todos os preceitos previstos pela doutrina da Igreja. A Cruz, como "marca" maior da Paixão e Morte redentora de Cristo, foi sempre sinal mais para aqueles que cumpriam a "desobriga pascal" porque entendiam qual era
*
O verdadeiro sentido da páscoa
¨ + ¨
Há muito tempo atrás,
veio ao mundo um Homem,
que trouxe na sua filosofia de vida,
o maior exemplo de fé, amor e verdade.
Na sua simplicidade,
e nos seus ensinamentos,
mas muitos não O entenderam
e simplesmente O condenaram!
Houve choro, tristeza, e morte!
Sim! A morte daquele que veio trazer
um exemplo de vida,
a benevolência,
a tolerância,
a paciência,
a fraternidade,
o perdão,
e, entre outras coisas
o AMOR!
E por três dias,
a tristeza dos poucos que O amavam,
que O entendiam durou,
porque, no terceiro dia, o milagre aconteceu!
E veio então: O verdadeiro sentido da Páscoa!
A Ressurreição!
É, portanto, a Páscoa um sinónimo de Ressurreição!
Ressurreição da esperança!
Ressurreição dos sonhos!
Ressurreição da amizade!
Ressurreição do amor universal!
Ressurreição do respeito pela natureza!
Ressurreição do respeito de uns para com os outros!
Ressurreição do AMOR UNIVERSAL!!!
Não serão os ovos de chocolate!
Nem a carne ou peixe!
Quem trará o verdadeiro sentido da Páscoa!
Cristo morreu e ressuscitou,
para nos ensinar a morrer nas nossas fraquezas,
nos nossos erros,
nos nossos defeitos,
e ressuscitarmos a benevolência
que existe dentro de cada um de nós!
Como vemos a Páscoa nos dias de hoje???
¨+¨
Poema de
Cláudia Liz