domingo, 23 de agosto de 2009

VERBA VOLANT, SCRIPTA MANENT

O título em epígrafe, significando "AS PALAVRAS VOAM MAS OS ESCRITOS FICAM", poderia ser aqui utilizada de muitas maneiras, principalmente agora que se tem procurado dotar o nosso Museu do Ar com aeronaves que foram emblemáticas na saudosa Base Aérea nº. 3.
Dirão os mais atentos... que raio tem esta locução latina a vêr com a recordação, a memória, a lembrança ou o quer que seja que se possa dizer que venha relacionar a BA3 a tal citação?
A Base também tinha uma locução latina como divisa, mas totalmente diferente desta, segundo se apercebem... apesar de em ambas constar o termo "PALAVRAS"!, pois se nesta "AS PALAVRAS VOAM..." na da Base apelava-se a que se usassem "ACTOS E NÃO PALAVRAS"!
É assim que poderemos começar por estabelecer que as palavras estão relacionadas com a BA3... e neste caso até se afirma que voam, o que corresponde a uma relação causa/efeito bastante curiosa!
No Dia da Força Aérea, celebrado na Base Aérea nº. 1, os visitantes puderam vêr em Sintra, onde está instalado um núcleo museológico da FAP bastante importante, um velho mas bastante bem restaurado Junkers JU-52, a primeira aeronave que voou na Base Aérea nº. 3 para o lançamento de páraquedistas. Este trimotor tinha uma envergadura de asa que lhe dava enorme capacidade de "planar", sendo reputado como excelente para a largada das forças aerotransportadas.
Seria excelente se a Direcção do Museu se lembrasse de colocar alguma indicação bibliográfica que referisse o facto de os aviões "x", "y" ou "z" haverem sido operados na Base Aérea nº. 3, nos anos tal, porque deste modo AS PALAVRAS FICARIAM E FARIAM A MEMÓRIA DAQUELA QUE FOI UMA UNIDADE DE EXCELÊNCIA... e que bem merece ser recordada, concorde-se comigo ou não.
Quando alguém pretenda saber que IN ILLO TEMPORE houve uma Base Aérea que ostentava a divisa RES NON VERBA, concordarão que VERBA VOLANT, SCRIPTA MANENT, porque é uma verdade que jamais poderá ser contestada... já que a escrita poderá ser eterna, como é o caso da escrita romana, que perdura através dos séculos!
A Base Aérea nº. 3 também será eterna!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A BASE AÉREA Nº. 3 FAZIA... 88 ANOS!

(para aumentar o cartaz... clicar sobre ele)

PORQUE TEMOS SAUDADES...???
É uma verdade inquestionável! A nossa Base iria fazer, no próximo mês de Outubro, a bonita idade de 88 anos! Nasceu no seio de outra família, mas fomos nós, os tais que levámos a Cruz de Cristo pelo mundo, como outrora aconteceu com as caravelas, que lhe demos estatuto, experiência, estabilidade, responsabilidade, sangue, suor e lágrimas... só que muitas destas também o foram de alegria pelo dever cumprido para além dele próprio! Sim! Porque o dever cumpre-se para além dele mesmo, quando utilizamos o coração para medir o quanto nos é querido algo que aprendemos a amar com intensa paixão aquilo que fazemos pela nossa felicidade... e na Base Aérea nº. 3 havia gente feliz, pelo seu passado, que nunca renegaram, pelo presente que então viviam e pelo amanhã que estavam a construír! Mas por certo os "Páras" já haviam adquirido outros valores nos tempos em que foram parte integrante da Força Aérea... e um desses valores terá sido o seu sentido de pertença... e nós sabemos que a Base Aérea 3 cimentou todo o seu crescimento num berço do Exército, razão porque não nos admira pugnarem pelo regresso do filho pródigo... que neste caso era uma filha que havia crescido com outros pais... e estes não estavam à espera que um qualquer juíz pudesse entregar a "criança" a outros pais, que neste caso até seriam os... biológicos. Porque apenas e tão só os "pais de coração" desejam a felicidade plena para a "cachopa", ficamos tristes e muito pesarosos com a ida da nossa "Base Aérea nº. 3" para o colo dos seus "papás" do Exército, esperando que nos seja permitido visitar a nossa "menina dos olhos" quando nos aprouver... ou a saudade apertar!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

1910 – Tancos e as 1ªs. experiências da aviação Portuguesa

"A Força Aérea Portuguesa (FAP) é o ramo mais jovem das Forças Armadas, uma vez que se tornou independente em 1 de Julho de 1952. A instalação de muitas das Unidades militares é anterior a 1952. A Aviação Militar remonta, no nosso país, à primeira década do século XX.
Uma das primeiras experiências realizou-se precisamente em Tancos, no dia 10 de Março de 1910, um voo de aeroplano, acontecimento verificado na carreira de tiro do polígono.
O avião denominado Gomes da Silva II, de 6,75 metros de envergadura, com um peso de 185 quilos e equipado com um motor Anzani de 28 CV, montado em Tancos, deslocando-se para sul, fez várias tentativas falhadas devido às más condições da pista. O avião rolou umas dezenas de metros e veio a acidentar-se num talude ao lado da carreira de tiro e em consequência foi abandonado o projecto.
Davam-se os primeiros passos na aviação. Depois das desilusões várias emoções. Em 1937, na sequência da reorganização da Aeronáutica Militar, a unidade recebe o 1.º estandarte nacional. Foi seu primeiro comandante o futuro marechal Craveiro Lopes, que assumiu o comando em 21-8-1938 e no ano seguinte a unidade passou a denominar-se Base Aérea de Tancos – BA3. Na sequência da extinção das unidades da Amadora e Alverca vieram para a BA3 os aviões Vickeres, Potez, Hawker Hind. No ano seguinte chegaram os Gladiator à data excelentes aviões de caça e de acrobacia. Já durante a II Guerra Mundial foram construídos 2 hangares. Em 1944 chegam os Spitfire e depois vêem os Hurricane. Em 1953, agora já como ramo autónomo das Forças Armadas, e nos anos seguintes, a unidade é dotada de aviões F-47 Thunderbolt.
Em Setembro de 1957 é instalada em Tancos a Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem de Aviões de Caça, esquadra composta por 15 aviões T-33-A. Entretanto, na década de 60, chegam os Alouette II e III. Dá-se inicio à guerra do Ultramar. Em consequência deste facto a BA3 perdeu algum laboratório mas, em contrapartida, adquire o apogeu da incorporação de militares para a Força Aérea.
Face à guerra é necessário fazer a formação desses homens. Os seus efectivos atingem valores significativos essencialmente da área de serviços o denominado serviço geral (polícia aérea, amanuenses, condutores, bombeiros, clarins, serviço religioso, etc). Por esta unidade, entre 1960 e 1994, passaram milhares e milhares de cidadãos que cumpriam o serviço militar obrigatório e que deram a conhecer à Nação a nossa região e o nosso concelho. A Base Aérea nº. 3 detinha a máxima latina “RES, NOM VERBA”, com o significado "ACÇÃO E NÃO PALAVRAS". Os seus homens, sempre ao serviço da Pátria, mantiveram bem viva esta máxima até à sua extinção facto que ocorreu em consequência da publicação do Decreto-Lei nº. 128/94, de 19 de Maio.
Fiz grandes amigos na BA3 que vou encontrando no caminho da vida.Por último, não posso deixar de dizer que senti uma grande honra e um inexcedí­vel orgulho em ter por companheiros, e conselheiros de jornada, muitos militares e civis que ali serviram. Recordo por acções de grandeza o ex-Comandante da BA3 (1983-1986), e depois Director de Pessoal da Força Aérea, Major-General Martins Rodrigues, pois o seu mérito de condutor de homens, o seu nobre proceder, a sua consumada prudência e humanismo cristão continuam a ser referência para o meu dia-a-dia."
Texto de Edgar P. da CostaCardoso
in "História da Força Aérea Portuguesa"
- 3.º Volume -1984

domingo, 5 de julho de 2009

FESTIVAL AÉREO DIA FAP...

No dia 05 JULHO a abertura da Base Aérea nº. 1 ao público será às 09H00 com fecho às 21H00
Em parque exterior, com 12 500m2, estarão expostas 20 aeronaves, representando a história da Força Aérea, bem como um espaço de lazer dedicado aos mais radicais como sejam uma torre de escalada, rapel e slide. Também neste espaço poderá ser visitado um balão de ar quente pertencente aos Pára-Quedistas do Exército e o Centro de Treino Cinotécnico da Força Aérea (CTCFA) realizará para o público várias demonstrações com cães militares.
O dia 1 de Julho foi assinalado com uma Cerimónia Militar com desfile aéreo e das Forças em Parada que teve a presença de bastante público.
Do programa da Cerimónia Militar constou:
- às 10H00 a chegada dos visitantes ao local da cerimónia, tendo a entrada sido feita pela Academia da Força Aérea)
- às 11H30 deu-se inicio à cerimónia militar, sendo prestadas as honras militares ao General CEMFA , seguindo-se uma alocução feita pelo mesmo e a cerimónia de homenagem aos militares e civis da Força Aérea falecidos, com um minuto de silêncio e a passagem de quatro F16. Logo após, procedeu-se à imposição de condecorações e a um desfile das Forças em Parada e um desfile Aéreo, envolvendo cerca de 550 militares da Força Aérea, ao desfile das forças apeadas, com cerca de 415 militares, desfile das Forças Motorizadas , com 11 viaturase ao desfile Aéreo com várias aeronaves. Estas Cerimónias Militares terminaram cerca das 12H45.
As Comemorações intensificaram-se a partir do dia 3 com a entrada em exposição do balão de ar quente e com a chegada das aeronaves convidadas, nacionais e estrangeiras, que foram parqueadas na BA1 para o Festival Aéreo Internacional de hoje, elevando-se o número de aeronaves visitáveis para 40. Hoje é o último dia das Comemorações, que irá ser preenchido com o Festival Aéreo Internacional, em que poderão ser vistas entre as 09H00 e as 18H00, demonstrações das Patrulhas Acrobáticas da Força Aérea, os Asas de Portugal e os Rotores de Portugal, e também algumas patrulhas nacionais civis e aeronaves militares e civis estrangeiras, como por exemplo o caça Eurofighter espanhol. Na organização e condução de todos estes eventos, estiveram envolvidos directamente cerca de 1000 militares, com o restante dispositivo da Força Aérea a prestar apoio de bastidores e o planeamento e execução da Exposição Temática, da Cerimónia Militar e do Festival Aéreo a serem tratados como se fosse uma operação militar.

A Força Aérea irá assim pôr à prova e treinar as suas capacidades de resposta logística, bem como a flexibilidade e a mobilidade que são características do Poder Aéreo.
Fonte: FAP

domingo, 28 de junho de 2009

CENTENÁRIO DA AERONÁUTICA PORTUGUESA

Quem havia de dizer que a Aeronáutica faz 100 ... e a Força Aérea 57 anos!
A Base Aérea nº. 3, se ainda estivesse classificada como Unidade de Aeronáutica, faria em Outubro 90 anos, o que seria qualquer coisa de extraordinário, dado ter apenas 10 anos de diferença em relação à implementação da Aeronáutica em Portugal, acontecida no ano de 1909 com a fundação do Aero Club de Portugal!
Como se sabe, a Força Aérea Portuguesa (FAP) é o ramo aéreo das Forças Armadas Portuguesas e as suas origens remontam a 1912, altura em que começaram a ser constituídas as aviações do Exército e da Marinha. Em 01 de Julho de 1952, as aviações do Exército (Aeronáutica Militar) e da Marinha (Aviação Naval) foram fundidas num ramo independente denominado Força Aérea Portuguesa.
Já a Base Aérea nº. 3 é originária na Aeronáutica Militar e do Aeródromo Militar de Tancos, activado em 1919 com a instalação da Esquadrilha Mista de Depósito, que viera transferida de Alverca. Em 1921 passa a designar-se Campo de Tancos e tem sediada a Esquadrilha de Caça nº. 1 - a 1ª. Esquadrilha de Aviação de Caça em Portugal - , que passa a designar-se Grupo Independente de Aviação de Protecção e Combate, a partir de 1927, mantendo a vertente "Aviação de Caça". No ano de 1938 passa a designar-se Base Aérea de Tancos - base de aviação de caça - e em 1938 passa então a designar-se como Base Aérea nº. 3, ainda como base de aviação de caça.
Em 1952, com a criação da FAP, continuou como aviação de caça até que, em 1955, passou a ter a missão de base de aviação de ligação, transporte e treino de tropas páraquedistas.
No ano de 1993, com o regresso da Base ao Exército, voltou a designar-se como Aeródromo Militar de Tancos, nela estando sediado o Comando de Tropas Aerotransportadas e o futuro Grupo de Aviação Ligeira do Exército.
Poderá afirmar-se que perdeu a Força Aérea Portuguesa uma das suas mais emblemáticas Unidades, detentora de uma história a todos os títulos honrosa e digna de ser recordada por quantos nela tiveram oportunidade de prestar serviço!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

A FORÇA AÉREA ESTÁ A DESAPARECER!

Sem comentários, porque desnecessários, damos à estampa este trabalho do Ten.Cor. PILAV na Reforma João José Brandão Ferreira, sobre a Força Aérea que fomos ontem, somos hoje e seremos amanhã, no momento em que estamos na curva descendente da vida da Instituição, que está já ligada à máquina, aguardando que a desliguem. Extrema Unção já foi ministrada pelo oficiante Severiano.
....
- "Falcões Brancos check in"
- "two, three, four"
- " branco one"
"A Força Aérea nasceu como Ramo independente em 1 de Julho de 1952, reunindo a arma de Aeronáutica Militar, existente no Exército, desde 1914, e o Serviço de Aviação Naval criado na Armada, em 1917.
A FA atingiu o seu mais alto nível em 1974, no fim das campanhas de contra guerrilha nos territórios portugueses africanos, iniciados em 1961. Tinha então cerca de 22000 homens e operava 24 tipos diferentes de aeronaves, num total de cerca de 450.
Para se ter uma ideia da verdadeira explosão da actividade aérea, basta dizer que durante o período de guerra foram construídas no ultramar português, cerca de 700 estruturas aeronáuticas...
Em 1975/6, com o fim das operações, o tipo de aeronaves foi reduzido para 12 e o pessoal estabilizou à volta dos 10000, civis e paraquedistas incluídos.
Após a notável acção do general Lemos Ferreira como Chefe de Estado-Maior, que "reafirmou" a FA no seio nacional e lançou as bases da sua modernização, deixando trabalho para mais de 20 anos, a Força Aérea, apesar de ser o Ramo com menos recursos - sem embargo das suas missões terem aumentado -, não parou de se reduzir.
Assim por alto, a FA cedeu (incompreensivelmente, deve dizer-se) a Base Aérea de Tancos ao Exército; entregou o Aeródromo de Manobra nº 2, para a autarquia de Aveiro; a OTA deixou de ter aviões; os Açores estão reduzidos a uma esquadra; o Corpo de Tropas Paraquedistas foi "transferido" para o Exército e as OGMA transformaram-se em Empresa Pública e depois vendida a brasileiros.
A capacidade de sustentação das frotas e o número de horas de voo não tem parado de diminuir.
Pior ainda do que tudo o que foi dito, foi a redução no pessoal com áreas críticas em várias especialidades e as dificuldades de recrutamento. Deve ainda juntar-se ao descrito a degradação no Moral, ponto sensível em qualquer organização. E tal é válido para quem continua no activo, como o que passa à reserva e reforma. E enquanto alguns parâmetros são contabilizáveis, o último não o é. Ultimamente todos os parâmetros se agravaram. A asfixia financeira continua (e é idêntica à dos outros Ramos); o pessoal debanda, por três razões principais:
- degradação acentuada das condições salariais e de apoio à família militar;
- desvalorização social da dignidade da Condição Militar e
- falta de auto estima e coesão interna.
É que antigamente a miséria era "dourada". Agora continua miséria e deixou de ter cor... A degradação da capacidade de sustentação acentuou-se, e a crise na gestão de pessoal está a criar rupturas. A saída de pilotos, por exemplo, é um corropio. já chegou aos generais. Partindo do princípio que a operacionalidade das esquadras de voo é a pedra de toque de qualquer Força Aérea, aquilo que se tem passado nos últimos tempos é de molde a aumentar as preocupações, são exemplos, as baixas prontidões para o voo de praticamente todas as frotas, a saída de pessoal navegante; a lentidão extrema com que se têm feito a modernização dos F-16 (MLU), a que o último acidente com perda total de aeronave, só veio exponenciar; a ultrapassagem em termos práticos da vida útil da frota ALIII (que já merecia uma "Torre e Espada") e a degradação acelerada da mais moderna frota que equipou a FA, os helicópteros Merlin, dos quais já há quatro parados a servirem de fonte de peças, pois a máquina entrou ao serviço sem se ter garantido a respectiva manutenção de 3º escalão. São milhões de contos que estão em jogo e a missão importantíssima de Busca e Salvamento, que ou nos enganamos muito ou o governo está a preparar-se para retirar essa missão das FAs e atribui-la à Protecção Civil e aos Bombeiros. . Os C-130 que representam a face mais visível da FA, arriscam-se a colapsar por não terem tripulantes . Até o Falcon 50 aterra por precaução em Itália, com o Presidente da República a bordo, o que sendo uma coisa que pode acontecer a qualquer um, ocorreu em altura nada conveniente...
Com a ida do novo aeroporto para Alcochete, a FA vai perder o seu campo de tiro ar-solo e nãotem alternativa para o mesmo.
A Base do Montijo vai ver certamente limitações à sua operação. As aeronaves que dão tiros (que são a "força" da FA) estão reduzidas a duas (o P3C e o F-16), se considerarmos que o que resta do Alpha Jet se destina a converter pilotos para o F-16; a nova frota de 12 C-295, que se destina a substituir os Aviocar arrisca-se, assim, a começar com o "pé esquerdo". A lista não acaba aqui, mas julgo que já disse o suficiente para ilustrar o problema.
Está na hora de reagir. E esta reacção só pode vir de cima para baixo. Mas para ter sucesso é necessário colher o apoio de todo o pessoal até ao mais baixo escalão. E não chega. É preciso mobilizar todos os que serviram na FAP.
Tripulantes, pessoal técnico e administrativo: esqueçam eventuais queixas que tenham ou inimizades que fizeram, é preciso novamente vestir a "camisola" para salvar a Instituição. Antigos oficiais, sargentos, especialistas, praças e civis, toca a reunir que valores mais altos se levantam. E se for preciso solicitar solidariedade aos outros Ramos, que se peça. É um sinal de humildade além do que eles também precisam de nós . Ainda estamos cá por "Mérito Próprio" (Ex-Mero Motu)."
- "Branco um, dentro"
- "Branco um, fora"
- "Branco dois, dentro ."
João José Brandão Ferreira TCor Pilav (Ref) (ex Falcão Mor)

quarta-feira, 10 de junho de 2009

DIA DA FORÇA AÉREA

DIA FAP 2009
(Aumente o cartaz... clickando-lhe em cima )
Parece que foi ontem a sua criação... mas a Força Aérea faz 57 anos no próximo dia 01 de Julho, o que equivale a dizer-se que irá haver festa rija, desta vez na Base Aérea nº. 1.
Não sabemos aquilo que poderá ser o festival aéreo deste ano, a fazer fé na parcimónia nos gastos com a operação dos meios aéreos, pois não podemos esquecer estar o País em crise... e não é por solidariedade com o resto da Europa ou do Mundo. No entanto, podemos contar com o empenho de muita gente apostada em dar o seu melhor para que o dia da FAP tenha dignidade, qualidade e grandiosidade.
Mesmo com a crise, o programa é aliciante e... é tudo gratuito, desde a entrada na Base até ao poder-se olhar para o ar e assistir às evoluções dos aparelhos participantes! Apenas há que proteger as dores do pescoço... se não nos precavemos e olhamos repentinamente de um lado para o outro procurando seguir os "ASAS DE PORTUGAL" ou os "ROTORES DE PORTUGAL"com o olhar!
Espera-se que todos possam ir até à linda Sintra - Granja do Marquês e aí assistir ao evento! Volto a dizer que é de borla... e nos tempos que passam não há muitas coisas por esse preço!